Identificar padrões que se repetem
Compreender comportamentos, escolhas e dinâmicas que continuam aparecendo nos relacionamentos, no trabalho e na forma como você se relaciona consigo mesmo.
Você age no automático e só percebe depois, quando já está no mesmo lugar de sempre.
Suas reações parecem maiores do que a situação pede, e você não sabe de onde vem isso.
Você sente que deveria estar bem, mas há algo que não se encaixa e não consegue nomear.
Nos relacionamentos, repete dinâmicas que reconhece, mas não consegue sair.
A autocrítica fala mais alto do que qualquer conquista.
Você começa a perceber o movimento antes de agir.
Ganha espaço entre o impulso e a escolha.
Entende de onde vêm suas reações, o que as alimenta e o que pode fazer de diferente.
O que antes era confusão ganha forma. Você consegue nomear o que sente e se posicionar a partir disso.
Passa a se relacionar com mais consciência, menos reatividade e mais clareza sobre o que quer.
Desenvolve uma relação mais honesta e menos punitiva consigo mesmo.
Compreender comportamentos, escolhas e dinâmicas que continuam aparecendo nos relacionamentos, no trabalho e na forma como você se relaciona consigo mesmo.
Explorar os conflitos, sentimentos e experiências que influenciam suas reações e muitas vezes permanecem fora da consciência.
Nomear aquilo que antes parecia apenas confusão e compreender com mais profundidade suas necessidades, limites e desejos.
Criar espaço entre o impulso e a ação para que suas decisões deixem de ser automáticas e se tornem mais alinhadas ao que você realmente quer.
Reduzir a força da autocrítica constante e desenvolver uma forma mais honesta e acolhedora de olhar para sua própria história.
As mudanças aparecem primeiro na relação consigo mesmo. Depois, nos relacionamentos, no trabalho e na maneira como você se posiciona na vida.
Não através de fórmulas prontas, mas por meio de um processo gradual que produz transformações consistentes e duradouras.
Nos relacionamentos, nas reações e nas escolhas. Mesmo quando tenta agir diferente, algo parece levar você de volta ao mesmo lugar.
Faz, responde, decide. Mas, às vezes, percebe que está vivendo sem clareza real sobre aquilo que escolhe ou deseja.
Uma voz interna que questiona suas decisões, sua imagem e seu valor, influenciando a forma como você se vê e se posiciona.
Você sabe o que quer. Mas na hora de agir, algo trava. Nos relacionamentos, nas decisões, no trabalho.
Não busca apenas aliviar o que incomoda. Quer entender o que está por trás e construir uma forma mais consciente de viver e se relacionar.

Sou psicóloga formada pela PUC-SP (CRP 06/179197), com especialização em Psicopatologia pelo IPq-HC FMUSP, referência nacional em saúde mental. Minha trajetória na Psicologia Analítica foi construída de forma gradual, sempre aliada à prática clínica. Realizei aprimoramento em Psicoterapia de Adultos na Perspectiva Analítica pela PUC-SP e atuei por dois anos como psicóloga voluntária no Ambulatório de Psicologia Analítica do CAISM, vinculado à UNIFESP.
Nesse contexto, conduzi atendimentos com diferentes perfis e demandas, em um ambiente de formação contínua, o que aprofundou de forma consistente meu olhar clínico e influencia diretamente a forma como trabalho hoje.
Minha forma de conduzir a terapia é acolhedora, mas também ativa. Não fico apenas ouvindo. Penso com você, organizo o que muitas vezes está confuso e, quando necessário, aponto o que precisa ser visto. Sempre com cuidado para que isso faça sentido no seu tempo.
A psicologia analítica me permite ir além do sintoma: investigar os padrões, os conflitos e os movimentos inconscientes que estão por trás do que você vive. Não é um trabalho superficial. É um processo que exige envolvimento e que produz mudanças reais na forma como você se relaciona consigo mesmo e com a sua vida.
Psicologia — Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
Especialização em Psicopatologia – Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Ipq FMUSP)
Aprimoramento em Psicoterapia de Adultos na Perspectiva Analítica — PUC-SP
Psicóloga voluntária no Ambulatório de Psicologia Analítica do CAISM — UNIFESP
A terapia junguiana pode ser indicada para pessoas que sentem que estão repetindo padrões nos relacionamentos, enfrentam conflitos emocionais recorrentes, vivem uma autocrítica constante ou desejam compreender com mais profundidade quem são e por que reagem da forma que reagem. O processo busca ampliar a consciência sobre si mesmo e promover mudanças mais consistentes na vida cotidiana.
As sessões são individuais, com 50 minutos, e acontecem semanalmente. A frequência semanal cria continuidade real; o processo não se perde entre os encontros, e cada sessão se apoia na anterior.
O atendimento é online, por videochamada, o que permite que você faça esse trabalho de qualquer lugar, sem abrir mão da profundidade.
A primeira sessão já é o começo, onde o processo passa a se construir.
Não existe um tempo igual para todas as pessoas. Cada processo acontece de acordo com sua história, objetivos e necessidades. Algumas questões podem ser trabalhadas em períodos mais curtos, enquanto outras exigem uma investigação mais profunda. O foco não está apenas em aliviar sintomas, mas em promover transformações sustentáveis.
A maioria das abordagens foca em resolver o problema. A psicologia analítica faz uma pergunta diferente: o que esse problema está tentando dizer?
Em vez de apenas reduzir o sintoma, o trabalho se volta para o que está por trás dele. Os ciclos que se repetem, os conteúdos inconscientes que moldam suas escolhas, os conflitos que ficam sem nome.
Não se trata de entender o sofrimento como uma falha a corrigir, mas de ampliar sua relação com ele e descobrir o que pode se transformar a partir daí.
Com o tempo, isso aparece de forma concreta: na forma como você se posiciona nos relacionamentos, nas decisões que toma, na clareza sobre quem você é e o que quer.
O trabalho envolve a exploração de padrões repetitivos, emoções, sonhos, símbolos e conteúdos inconscientes que influenciam a forma como você vive, se relaciona e toma decisões.